Taxa de aceite de credenciais digitais: o que esperar dos seus egressos e como aumentá-la
Em 30.441 credenciais emitidas no Brasil, o aceite chegou a 68% dentro de um programa ativo. O que esperar dos seus egressos e como aumentar a taxa.Por POK Team

Quando uma instituição emite credenciais digitais para seus egressos, a pergunta que aparece antes de qualquer outra é bem objetiva: quantos vão aceitar? Quase ninguém responde com dados, porque quase ninguém tem volume suficiente para medir. Reunimos os resultados de três programas do Brasil que emitiram, juntos, mais de 30 mil credenciais com a POK, e eles mostram que taxa esperar e quais alavancas movem esse número.
Resposta direta: o aceite parece depender, acima de tudo, de quando e como a credencial chega. Quando ela chega dentro de uma relação ativa, chegou a 68%: Vitru Conecta, programa de formação docente do grupo Vitru Educação, com 3.218 de 4.752 credenciais emitidas na POK - Proof of Knowledge. Em um envio único a egressos que já saíram da instituição, o ponto de partida fica perto de 20%: 19% no Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e 20% na Uniasselvi e na UniCesumar, também do grupo Vitru (885 de 4.568 e 4.256 de 21.121), e é um ponto de partida sobre o qual a instituição pode trabalhar. As alavancas são avisar antes de a credencial chegar, enviá-la perto da formatura, explicar no e-mail para que ela serve, somar uma sessão depois da emissão, como a masterclass da UniCesumar, e medir por curso.
Pontos-chave
- O melhor resultado desta amostra é 68%, com relação ativa: o programa docente Vitru Conecta chegou a 68% de aceite (3.218 de 4.752), com a credencial chegando dentro de um programa que os participantes tinham acabado de cursar.
- O ponto de partida para um envio único a egressos fica perto de 20%: a FMU teve 19% (885 de 4.568 credenciais emitidas) e a Vitru Egressos 20% (4.256 de 21.121). Duas instituições diferentes, a mesma ordem de grandeza, o que o torna uma referência útil para planejar.
- As alavancas são acionadas pela instituição, e várias já vêm na plataforma: avisar antes de chegar, enviar perto da formatura, explicar no e-mail para que serve, somar uma sessão depois da emissão, como a masterclass da UniCesumar, e medir por curso. A comparação com o Conecta é única e com outras diferenças em jogo: um público docente, vários selos por pessoa e uma janela de 96 dias contra 34 a 44.
- O que acontece depois do aceite varia por instituição: a FMU levou ao LinkedIn 43% das credenciais aceitas e a Vitru Egressos 20%. Das que chegaram ao LinkedIn, 42% das da Vitru Egressos viraram post e 49% foram adicionadas ao perfil, contra 38% e 38% na FMU.
- Há exposição de marca mensurável: 17.671 visualizações das credenciais e 3.896 downloads somando os três programas.
- As mudanças profissionais já podem ser medidas desde o primeiro mês, como observação e não como causa: 11 pessoas entre os egressos (1,3% e 0,7% de quem levou a credencial ao LinkedIn) e 18 no Conecta (4,7% de quem a compartilhou). Descrevem o que foi observado depois da emissão, não o que a credencial provocou.
A pergunta que toda instituição faz antes de emitir
Quem decide emitir credenciais digitais para os egressos costuma fazer a mesma conta de cabeça: se chegar para dez mil pessoas, quantas vão abrir? Dessa resposta depende tudo o que vem depois. O tamanho do programa, o orçamento, quanto vale investir em comunicação e se o projeto se sustenta diante de quem precisa aprová-lo.
O problema é que a maior parte das referências disponíveis vem de pilotos pequenos, de turmas de cem pessoas, ou direto de promessa comercial. Um número sem denominador não serve para planejar. O que segue são três programas reais, com data de emissão, data de leitura e janela de observação explícitas, para que qualquer instituição compare o próprio caso.
Três programas, 30.441 credenciais
Os três programas são do Brasil e foram emitidos com a POK no segundo semestre de 2026. As instituições autorizaram que fossem citadas. Para volumes dessa ordem, a emissão em massa de credenciais digitais permite enviá-las sem montar uma a uma.
- FMU Egressos: egressos de 25 cursos de graduação da FMU, em São Paulo. Emissão em 18 de agosto de 2026, leitura em 1º de outubro (44 dias).
- Vitru Egressos: egressos de 10 cursos de graduação da Uniasselvi e da UniCesumar, instituições do grupo Vitru Educação. Emissão em 9 e 10 de setembro, leitura em 14 de outubro (34-35 dias).
- Vitru Conecta: a trilha de aprendizagem de formação docente "Aprendizagem em Foco: Como Ensinamos Quando Entendemos Como se Aprende" (Conecta 2026/2). Um selo para cada uma das 8 competências e um certificado final para quem concluiu. Emissão em 10 e 11 de julho, leitura em 14 de outubro (95-96 dias).
O primeiro cuidado: as janelas não são iguais. Um programa com 96 dias de percurso e outro com 34 não se comparam em velocidade, só em proporção. E os dois primeiros são de egressos, pessoas que já saíram da instituição; o terceiro é uma formação em andamento, com participantes ainda ligados à rede.
O funil completo, programa por programa
| FMU Egressos | Vitru Egressos (Uniasselvi + UniCesumar) | Vitru Conecta | |
|---|---|---|---|
| Credenciais emitidas | 4.568 | 21.121 | 4.752 |
| Aceitas | 885 (19% das emitidas) | 4.256 (20%) | 3.218 (68%) |
| Levadas ao LinkedIn | 380 (43% das aceitas) | 842 (20% das aceitas) | 1.182 (37% das aceitas) |
| Publicadas como post | 145 (38% das levadas ao LinkedIn) | 357 (42%) | 414 (35%) |
| Adicionadas ao perfil | 144 (38%) | 410 (49%) | 1.175 (99%) |
| Visualizações da credencial | 2.632 | 9.777 | 5.262 |
| Downloads | 374 (42% das aceitas) | 1.678 (39%) | 1.844 (57%) |
No total são 30.441 credenciais emitidas, 8.359 aceitas (27%), 2.404 levadas ao LinkedIn e 916 publicadas como post. Olhando só os egressos, a soma de FMU e Vitru dá 25.689 emitidas, 5.141 aceitas (20%) e 1.222 levadas ao LinkedIn. Vale esclarecer a unidade: o Conecta conta uma credencial por selo (um receptor pode ter até 8 selos de competência mais o certificado final), então os 27% globais misturam credenciais de egressos com selos, e o número comparável é o dos egressos sozinhos (20%). Cada percentual da tabela tem a sua própria base, por isso vale ler etapa por etapa, da esquerda para a direita, e não de cima para baixo contra o total emitido.
Como aumentar a taxa de aceite
Com esses dados, a expectativa razoável para um envio único a egressos que já saíram da instituição é de cerca de 20% de aceite como ponto de partida, e foram observados até 68% quando a credencial chega dentro de um programa com relação ativa. São recomendações, não efeitos medidos: os programas do estudo não compararam variantes de comunicação entre si.
- Avisar antes de chegar. Um e-mail ou mensagem prévia dizendo "você vai receber uma credencial, e é isto que ela é" reduz a rejeição por desconhecimento. O egresso que não reconhece o remetente é o que não abre.
- Enviar perto da formatura. A relação com a instituição é mais forte no dia da cerimônia ou da entrega do diploma, e esfria a cada mês.
- Explicar para que serve, no próprio e-mail. O que é, onde se verifica, o que se pode fazer com ela no currículo e no LinkedIn. Uma linha concreta rende mais do que um parágrafo institucional.
- Somar uma sessão depois da emissão. A masterclass da UniCesumar é o modelo: ensinar a usar a credencial quando a pessoa já a tem.
- Desenhar o nome da credencial com as habilidades. Uma credencial que nomeia competências e habilidades dá algo para colocar no perfil; uma que só repete o título dá menos.
- Medir por curso e por turma. Como se viu com Administração, Enfermagem e Farmácia, os cursos se comportam de forma diferente. Um percentual global esconde onde há margem para melhorar.
Várias dessas alavancas não exigem montar nada à parte na POK - Proof of Knowledge: o lembrete de aceite sai sozinho para toda credencial emitida, os e-mails podem sair do domínio da instituição para que o egresso reconheça o remetente, e as campanhas de e-mail permitem insistir com quem ainda não aceitou ou pedir o compartilhamento no LinkedIn só a quem ainda não compartilhou.
O ponto de partida: cerca de 20% em um envio a egressos
O dado mais estável do conjunto é que FMU e Vitru, duas instituições e grupos distintos, com alunos e cursos de perfis distintos, ficaram a um ponto de distância: 19% e 20%. Essa consistência o torna uma referência útil para planejar: para um envio único a egressos que já saíram da instituição, cerca de 20% é um ponto de partida razoável, e sobre ele dá para trabalhar com o momento, a comunicação e o acompanhamento.
Vale dizer o que é "aceitar". O receptor recebe um e-mail com um link, abre a credencial e a resgata na carteira digital. Quem não dá esse passo fica como emitido, mas não aceito. Uma credencial não aceita não pode ser compartilhada, não soma visualizações e não entra em nenhuma das etapas seguintes do funil.
O melhor resultado desta amostra: 68% quando a credencial chega dentro de uma relação ativa
O Vitru Conecta chegou a 68% de aceite, mais de três vezes o dos egressos. É tentador atribuir isso ao formato (selos por competência em vez de um diploma) ou ao canal, mas a explicação que melhor se encaixa nos dados é outra: o contexto da relação.
O egresso recebe um e-mail de uma instituição que já não faz parte do seu dia a dia. Pode estar em outro emprego, ter trocado de e-mail, não entender por que aquela mensagem chegou. O participante do Conecta, ao contrário, está dentro de um programa que acabou de cursar, com professores e colegas presentes, e espera algo no final. A credencial é a continuação natural do que já está acontecendo, não uma mensagem que chega do nada.
O aceite parece depender menos de como a credencial é e mais de em que momento da vida da pessoa ela chega, embora com uma única comparação não seja possível separar esse fator dos demais. Duas perguntas que toda instituição deveria fazer antes de enviar: a pessoa sabe que vai receber? E tem algum motivo para abrir hoje?
Aceitar é o primeiro corte; o que vem depois varia por instituição
Quando a credencial passa pelo filtro do aceite, o que acontece depois muda muito de uma instituição para outra. Das credenciais da Vitru Egressos que chegaram ao LinkedIn, 42% viraram post no feed e 49% foram adicionadas ao perfil. No Conecta, 99% das que chegaram ao LinkedIn foram adicionadas ao perfil. Na FMU o percurso é diferente: levou ao LinkedIn uma proporção das credenciais aceitas que é o dobro da Vitru Egressos (43%, contra 20%), e delas 38% viraram post e 38% foram adicionadas ao perfil.
Essa diferença entre instituições na passagem ao LinkedIn sugere que o que acontece depois do aceite também pode ser trabalhado, e é justamente o que mostra o caso da masterclass da UniCesumar para egressos: ensinar a pessoa o que fazer com a credencial, com o vocabulário do perfil e os passos concretos, é uma alavanca da instituição, não algo deixado ao acaso do receptor.
Quais cursos levam a marca ao LinkedIn
Administração lidera o volume nos dois casos de egressos: 27 credenciais levadas ao LinkedIn na FMU e 219 na Uniasselvi e na UniCesumar. É o esperado em cursos de grande matrícula, mas também mostra onde está a maior parte da exposição.
A conversão em post conta outra história. Na FMU, 13 cursos converteram 100% das credenciais no LinkedIn em um post do feed, e a maior base foi Enfermagem, com 12 de 12. Na Uniasselvi e na UniCesumar, Farmácia converteu 100%: 12 de 12. São bases pequenas, então não convém ler como regra do curso. O que mostram é que existem cursos em que, quando a pessoa chega ao LinkedIn, publicar é o passo natural, e identificá-los permite comunicar de forma diferente conforme o público.
No Conecta, onde cada competência tem o seu selo, as que mais chegaram ao LinkedIn foram Palestra de Abertura (217), Novo Enade (199) e Avaliações Discursivas (164). Esta última é a que mais vira post: 47% das suas credenciais no LinkedIn. Esses números são por credencial: um receptor com vários selos conta uma vez por selo.
Exposição de marca: 17.671 visualizações e 3.896 downloads
Cada credencial aceita é também uma página pública com o nome da instituição. Entre os três programas foram registradas 17.671 visualizações das credenciais (2.632 na FMU, 9.777 na Vitru Egressos e 5.262 no Conecta) e 3.896 downloads. Os downloads representam 42% das aceitas na FMU, 39% na Vitru Egressos e 57% no Conecta.
Para a instituição é um resultado que normalmente não se mede: cada vez que alguém abre essa página, a marca aparece associada a uma pessoa concreta e a uma competência concreta, sem que a instituição precise pagar por mídia. Não é um valor monetário e não o apresentamos como tal, mas é uma exposição que antes não existia.
Acompanhamento de egressos: mudanças profissionais observadas depois da emissão
Esta é a parte que exige mais cuidado, por isso vai com as ressalvas na frente. O que segue são mudanças profissionais observadas depois da emissão. Não são causais: não dizemos que a credencial conseguiu um emprego, uma promoção ou uma troca de área. As janelas são curtas (34 a 96 dias) e os números, pequenos.
Nos programas de egressos, a mudança foi observada em 11 pessoas: 5 na FMU (1,3% das 380 credenciais levadas ao LinkedIn) e 6 na Uniasselvi e na UniCesumar (0,7% das 842). Todas as mudanças foram registradas no primeiro mês depois da emissão. No Conecta, 18 pessoas com mudança entre os 382 receptores que compartilharam a credencial (4,7%) em 96 dias, muitas em direção a funções docentes e dentro da própria rede Vitru, na Uniasselvi, na UniCesumar e na Vitru Educação.
Algumas trajetórias, só com os cargos:
- FMU, Biomedicina: de estagiária a analista de laboratório (novo emprego).
- FMU, Direito: de advogada júnior a advogada plena em outro escritório.
- FMU, Engenharia Elétrica: de técnico de manutenção de subestação a engenheiro residente.
- Uniasselvi, Radiologia: de auxiliar de produção a auxiliar de radiografia (um passo para a área de formação).
- UniCesumar, Nutrição: de nutricionista clínico a gerente.
- Vitru Conecta: de coordenador pedagógico a gerente pedagógico (promoção).
Todas as mudanças de egressos foram registradas no primeiro mês, e é possível que já estivessem em andamento antes da emissão. Quem acabou de trocar de emprego também tem motivos de sobra para atualizar o perfil e subir a credencial recém-recebida. O valor de acompanhar esse indicador não está em uma leitura isolada, e sim na série ao longo do tempo: por turma e por curso, com mais janelas e mais volume. De uma foto não se conclui nada; de várias, começa a aparecer um padrão.
O limite desta medição
Só é possível ver o que o receptor publica no próprio perfil profissional. Um receptor que não publica a credencial não entra na contagem. Por isso esses percentuais são um piso do que acontece, não uma medida completa da trajetória dos egressos. A série no tempo é montada pela funcionalidade de empregabilidade da POK: filtra por design da credencial, por ano e por título, e declara o mesmo limite.
Perguntas frequentes
Qual taxa de aceite de credenciais digitais é normal?
Nas credenciais que instituições brasileiras emitiram com a POK - Proof of Knowledge, a taxa vai de cerca de 20% a 68% conforme a forma como a credencial chega. Em um envio único a egressos que já saíram da instituição ficou perto de 20%: o Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), de São Paulo, registrou 19% (885 de 4.568 emitidas) e o grupo Vitru Educação, com Uniasselvi e UniCesumar, registrou 20% (4.256 de 21.121). Com relação ativa, o Vitru Conecta chegou a 68% (3.218 de 4.752). A instituição pode mover esse número com o momento e a forma como entrega a credencial.
Quantos receptores compartilham a credencial no LinkedIn?
Nos programas da FMU e da Vitru emitidos com a POK - Proof of Knowledge, depende da base usada. Entre as credenciais aceitas, a FMU teve 43% levadas ao LinkedIn (380 de 885) e a Uniasselvi e a UniCesumar tiveram 20% (842 de 4.256). Das que chegaram ao LinkedIn, 42% das da Vitru Egressos viraram post e 49% foram adicionadas ao perfil, contra 38% e 38% na FMU, então o que acontece depois do aceite varia de uma instituição para outra.
Por que um programa de formação docente tem mais aceite do que um de egressos?
Porque a explicação que melhor se encaixa nos dados é o contexto da relação, embora seja uma única comparação com outras diferenças em jogo: um público docente, vários selos por pessoa e uma janela de 96 dias contra 34 a 44. O programa Vitru Conecta chegou a 68% de aceite (3.218 de 4.752) com participantes que tinham acabado de cursar uma trilha e esperavam algo no final, enquanto os egressos da FMU e da Vitru, que já saíram da instituição, ficaram perto de 20%. É uma leitura dos dados, não um efeito medido em experimento com grupo de controle.
Quais cursos mais compartilham a credencial?
Nos casos de egressos da FMU e da Uniasselvi e UniCesumar, Administração lidera o volume de credenciais levadas ao LinkedIn: 27 na FMU e 219 na Uniasselvi e na UniCesumar. Na conversão em post do feed se destacam Enfermagem na FMU (12 de 12) e Farmácia na Uniasselvi e na UniCesumar (12 de 12), embora sejam bases pequenas que não permitem generalizar sobre o curso.
Uma credencial digital ajuda a conseguir emprego?
A POK - Proof of Knowledge mede as mudanças profissionais posteriores à emissão, mas seus dados não permitem atribuí-las à credencial, e não o fazemos. O que foi observado são mudanças profissionais depois da emissão em uma fração pequena dos receptores: 11 pessoas entre os egressos da FMU e da Vitru (cerca de 0,9% de quem levou a credencial ao LinkedIn) e 18 no Vitru Conecta (4,7% de quem a compartilhou). As janelas são curtas, de 34 a 96 dias, e as mudanças dos egressos foram registradas no primeiro mês, então é possível que já estivessem em andamento.
Como se mede a empregabilidade dos egressos com credenciais digitais?
A POK - Proof of Knowledge registra mudanças profissionais observadas depois da emissão de uma credencial e recomenda lê-las como uma série por turma e por curso, não como um número isolado. O limite é que só é possível ver o que o receptor publica no próprio perfil profissional: quem não publica a credencial não entra na contagem, então os percentuais são um piso da realidade.
Como aumentar a taxa de aceite de credenciais digitais?
Para uma instituição que usa a POK - Proof of Knowledge, a taxa parte de cerca de 20% em um envio único a egressos e chegou a 68% com relação ativa, e as recomendações que saem dos dados da FMU e da Vitru para movê-la são avisar o receptor antes de a credencial chegar, enviá-la perto da formatura, explicar no próprio e-mail para que ela serve, oferecer uma sessão depois da emissão como a masterclass da UniCesumar e medir por curso e por turma. São recomendações e não efeitos medidos, porque os três programas não compararam variantes de comunicação.
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Última atualização: 20 de outubro de 2026.
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